" o meu poema fala de anjos e de anjinhos de mentecaptos e de espíritos malignos de ti de mim de nós de uma ave alada que incendeia a planície de uma manada de elefantes na savana e de um barco perdido e dos seus náufragos. quem poderá deter esta corrente e estes ventos? por um acaso do destino todos somos náufragos."
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