sexta-feira, 15 de setembro de 2017



Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves na alma.

Proust








A alma é uma borboleta... há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento de uma grande metamorfose... 

Rubem Alves







Se você é capaz de ser feliz quando está sozinho, você aprendeu o segredo de ser feliz. 

Osho








A esperança tem asas. Faz a alma voar. Canta a melodia mesmo sem saber a letra. E nunca desiste. Nunca.

Emily Dickinson




quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Depois de muito procurar, a receita preferida e quase desanimada por nenhuma outra ser tão boa como "aquela", eis que.... tchram....a mana mais querida descobriu a famosa, a mais desejada, a mais querida e aquela de que tenho umas saudades enormes, receita da mousse de manga!!!

Aqui vai ela para não se voltar a perder e poder partilhar a oitava maravilha do mundo...acho eu...

Mousse de Manga 


Ingredientes:

1 lata polpa de manga
2 folhas gelatina branca
5 ovos
1 gelatina de pêssego  
1 lata leite condensado  


Confecção:

1.Ponha as folhas de gelatina de molho em água fria.
2.Comece por fazer a gelatina de pêssego, levando ao lume a ferver 2 dl de água, logo que ferva dissolva o conteúdo de uma embalagem de gelatina, mexa bem e deite 2 dl de água bem fria. Deixe arrefecer.
3.Bate-se o leite condensado com as gemas dos ovos, depois junta-se a polpa de manga, a seguir junta-se a gelatina de pêssego já fria.
4.Em banho maria dissolva as folhas de gelatina, logo que desfeitas e através de um passador adicione ao preparado anterior. Mexa bem.
5.Por fim bata as claras em castelo bem firme, e envolva no preparado anterior.
6.Coloque a mousse numa bonita taça de vidro e leve ao frigorífico pelo menos 6 horas.

Bom apetite


segunda-feira, 17 de julho de 2017




É preciso toda a vida para aprender a viver.

Séneca



(Eu precisava de  mais outra vida...  :P )


segunda-feira, 10 de julho de 2017




Bebido o luar, ébrios de horizontes,
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.

Mas solitários somos e passamos,
Não são nossos os frutos nem as flores,
O céu e o mar apagam-se exteriores
E tornam-se os fantasmas que sonhamos.

Por que jardins que nós não colheremos,
Límpidos nas auroras a nascer,
Por que o céu e o mar se não seremos
Nunca os deuses capazes de os viver.

Sophia de Mello Breyner Andresen 




terça-feira, 2 de maio de 2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017




Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Fernando Pessoa


quinta-feira, 20 de abril de 2017