sexta-feira, 15 de setembro de 2017
domingo, 10 de setembro de 2017
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Depois de muito procurar, a receita preferida e quase desanimada por nenhuma outra ser tão boa como "aquela", eis que.... tchram....a mana mais querida descobriu a famosa, a mais desejada, a mais querida e aquela de que tenho umas saudades enormes, receita da mousse de manga!!!
Aqui vai ela para não se voltar a perder e poder partilhar a oitava maravilha do mundo...acho eu...
Aqui vai ela para não se voltar a perder e poder partilhar a oitava maravilha do mundo...acho eu...
Mousse de Manga
Ingredientes:
1 lata polpa de manga
2 folhas gelatina branca
5 ovos
1 gelatina de pêssego
1 lata leite condensado
Confecção:
1.Ponha as folhas de gelatina de molho em água fria.
2.Comece por fazer a gelatina de pêssego, levando ao lume a ferver 2 dl de água, logo que ferva dissolva o conteúdo de uma embalagem de gelatina, mexa bem e deite 2 dl de água bem fria. Deixe arrefecer.
3.Bate-se o leite condensado com as gemas dos ovos, depois junta-se a polpa de manga, a seguir junta-se a gelatina de pêssego já fria.
4.Em banho maria dissolva as folhas de gelatina, logo que desfeitas e através de um passador adicione ao preparado anterior. Mexa bem.
5.Por fim bata as claras em castelo bem firme, e envolva no preparado anterior.
6.Coloque a mousse numa bonita taça de vidro e leve ao frigorífico pelo menos 6 horas.
Bom apetite
Bom apetite
sábado, 15 de julho de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Bebido o luar, ébrios de horizontes,
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.
Mas solitários somos e passamos,
Não são nossos os frutos nem as flores,
O céu e o mar apagam-se exteriores
E tornam-se os fantasmas que sonhamos.
Por que jardins que nós não colheremos,
Límpidos nas auroras a nascer,
Por que o céu e o mar se não seremos
Nunca os deuses capazes de os viver.
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.
Mas solitários somos e passamos,
Não são nossos os frutos nem as flores,
O céu e o mar apagam-se exteriores
E tornam-se os fantasmas que sonhamos.
Por que jardins que nós não colheremos,
Límpidos nas auroras a nascer,
Por que o céu e o mar se não seremos
Nunca os deuses capazes de os viver.
Sophia de Mello Breyner Andresen
quarta-feira, 5 de julho de 2017
sexta-feira, 12 de maio de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
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