quinta-feira, 21 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Ofereço a quem que, com mais ou menos dor, com mais ou menos sofrimento, contribuiu de alguma forma para o meu enriquecimento!!!
Procuro tornar-me melhor, crescer, encontrar o equilíbrio, é uma tentativa continuada e há pessoas que de forma mais ou menos directa têm dado o seu contributo!
Ela pertence a quem que, de alguma forma sonha e acredita, mesmo que isso obrigue a ultrapassar perdas, desilusões e fracassos!!!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Cria novas vidas... Desgasta pedras e metal.
Torna a Primavera em Outono. Leva as andorinhas.
As flores transformam-se em maçãs. O Sol em Lua.
Transforma-me também a mim e desfaz este desespero.
Torna a minha dor em esperança de um novo mundo.
Cala meu grito, minha dor e torna-os canção...
Transforma-me num novo Ser
Para ser amada....
segunda-feira, 30 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
PROCURAR
Procuro-TE...
Pela manhã
Quando o Sol espalha gotas de luz
No calor...
Pela tarde
Quando a brisa do vento
Sopra suavemente
O tempo que voa...
Procuro-TE pela noite
Quando as estrelas
Brilham alto
E procuram fixar o infinito!
Procuro-TE agora,
Procurar-TE-hei amanhã,
Procuro-TE porque é preciso!
Quando sinto a vida fugir-ME
Por entre os dedos...
Quando o dia escurece
E EU fico sozinho
EU procuro-TE!
Antes que seja tarde demais,
Antes que o rio seque
E a chuva pare de cair,
Antes que as nuvens desapareçam
De diante deste meu olhar cansado
Para que o Sol da TUA mão
ME faça descansar
Procuro-TE...
E a vida acalma
E EU posso então viver
E correr
Sem pressa de chegar.
Ana M Tavares
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Esta manhã encontrei o teu nome nos meus sonhos
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
doeu-me onde antes os teus dedos foram aves
de verão e a tua boca deixou um rasto de canções.
No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
camisola; e eu despi-a para ti, a dar-te um coração
que era o resto da vida - como um peixe respira
na rede mais exausta. Nem mesmo à despedida
foram os gestos contundentes: tudo o que vem de ti
é um poema. Contudo, ao acordar, a solidão sulcara
um vale nos cobertores e o meu corpo era de novo
um trilho abandonado na paisagem. Sentei-me na cama
e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
mas as sílabas caíam no fim das palavras, a dor esgota
as forças, são frios os batentes nas portas da manhã.
Maria do Rosário Pedreira





